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Explora tudo acerca de Hóquei Patins:
História
O hóquei em patins é uma das modalidades que está na origem da Escola Desportiva de Viana. Rainha na cidade de Viana do Castelo, a modalidade sempre despertou o interesse dos jovens vianenses, que contribuíram, ao longo dos anos, para o sucesso das seleções nacionais portuguesas.
Focada na formação, a secção de hóquei em patins da Escola Desportiva de Viana é hoje uma das mais importantes do norte do país.
Enquadramento técnico
Direção
Coordenador Técnico - Formação
Diretor da Secção
Delegado - Séniores
Delegado - Séniores
Massagista - Séniores
Delegado - Sub 19
Delegado - Sub 19
Delegado - Sub 17
Delegado - Sub 17
Delegado - Sub 15
Delegado - Sub 15
Delegado - Sub 13
Delegado - Sub 13
Delegado - Sub 13
Delegado - Sub 11 A
Delegado - Sub 11 A
Delegado - Sub 11 B
Delegado - Sub 11 B
Competição
Treinador - Séniores
Treinador - Sub 17
Treinador - Sub 15
Treinador - Sub 13
Treinador - Sub 19
Treinador - Sub 11 - A
Treinador - Guarda-Redes
Treinador Adjunto - Sub 17
Treinador - Sub 11 B
Escola
Treinador - Iniciação Bâmbis e Benjamins
Treinador - Iniciação Bâmbis e Benjamins
Delegado
Hidroginástica
Horários
Oferta formativa
Juntamente com a patinagem, o hóquei em patins e a ginástica, a natação é uma das quatro modalidades que, desde a fundação do clube em 1976, fazem parte da sua atividade. Procurada desde tenra idade pelos jovens vianenses, a secção é a que, em termos de atletas, mais preponderância tem no clube.
Critérios de admissão
Preferencialmente, nadadores provenientes da pré-competição Nadadores que apresentem bons níveis de adaptação ao meio aquática e critérios técnicos adequados e específicos de cada um dos estilos de nado. Nadadores que cumpriram os critérios de assiduidade e pontualidade durante a sua passagem pela pré-competição, demonstrando gosto pela modalidade e disponibilidade para treinar regularmente. Jovens que demonstrem vontade e capacidade de assimilação de conhecimentos. Objectivamente os nadadores deverão nadar 100m em cada técnica com salto e viragens e 50m mariposa.
Objectivos
• Consolidação de todos os hábitos de treino introduzidos anteriormente.
• Consolidação das técnicas de base, que asseguram um desenvolvimento adequado à natação.
• Desenvolvimento técnico nas quatro técnicas de nado, bem como nas respectivas partidas e viragens.
• Criação do gosto pelo treino e pela competição, promovendo a competitividade sem o acréscimo de ansiedade inerente ao processo. Vencer sim, mas não a qualquer custo. • Continuação do desenvolvimento das capacidades motoras de base, numa perspectiva de progressão, utilizando para tal exercícios gerais e alguns específicos (Força, resistência, velocidade, flexibilidade e coordenação).
• Consolidar o cumprimento de regras de comportamento social, manuseamento e manutenção de material e participação dos pais em todo o processo.
Caracterização geral do treino
O treino deste escalão etário deverá seguir os seguintes princípios gerais:
a. Efetuar predominante trabalho técnico nas quatro técnicas de nado e também respectivas técnicas de partida e viragem.
b. Desenvolver o treino aeróbio ligeiro, a nível geral e a nível do batimento de pernas. c. Desenvolver as capacidades coordenativas.
d. Desenvolver as componentes de velocidade de reação e de deslocamento.
e. Iniciar um processo de treino fora de água, prevalecendo a flexibilidade, destreza geral, capacidades coordenativas e força geral sem recorrer a cargas adicionais.
Testes de controlo
Para os cadetes A – Teste de 1000m
Para os Cadetes B - Teste de análise técnica
Partimos do pressuposto que os nadadores que integrarão este escalão terão já o mínimo de 4 anos de prática de natação nos escalões inferiores do clube, estando integrados na estrutura e forma de trabalho do clube, bem como nas características específicas do processo de treino, as quais aumentarão o seu nível de exigência de forma gradual. Trata-se, no entanto, de mais uma etapa formativa, com vista à obtenção de resultados de excelência nos escalões mais avançados. Critérios de admissão Preferencialmente, nadadores provenientes do escalão de cadetes. Nadadores que cumpriram os critérios de assiduidade e pontualidade durante a sua passagem pelo escalão de cadetes, demonstrando gosto pela modalidade e disponibilidade para treinar regularmente (objetivamente tenham cumprido o mínimo de 90% de presenças). Manifestar uma integração no grupo de trabalho e na filosofia de trabalho do clube. Nadadores que apresentem níveis técnicos que lhes permitam integrarem o grupo de trabalho, enquadrando-se no nível médio do mesmo e cumprindo as exigências inerentes ao treino deste escalão. Objectivos • Consolidação de todos os hábitos de treino introduzidos anteriormente. • Criação do gosto pelo treino e pela competição, promovendo a competitividade sem o acréscimo de ansiedade inerente ao processo. Valorizar a componente técnica em sobreposição ao resultado quantitativo. • Promover o conhecimento dos pressupostos da formação desportiva a longo prazo. • Continuação do desenvolvimento das capacidades motoras de base, numa perspectiva de progressão, utilizando para tal exercícios gerais e específicos. • Criação de hábitos de treino em seco, através da promoção de circuitos de trabalho para desenvolvimento das capacidades motoras de base mencionadas anteriormente. • Promover a percepção da dinâmica das cargas de treino e respectivos intervalos (começar a utilizar a linguagem própria de séries em A1, A2, Potencia,…). • Assegurar uma percentagem elevada de participação nos campeonatos nacionais da categoria. • Promover o espírito de equipa, quer em treino quer em competição. • Consolidar o cumprimento de regras de comportamento social, manuseamento e manutenção de material. Caracterização geral do treino O processo de treino dos infantis obedece à tendência natural de aumento progressivo do volume e intensidade do trabalho. Inicia-se o treino na zona láctica, embora com percentagens bastante reduzidas e apenas nos infantis A. O treino deverá incidir maioritariamente na zona aeróbia, com grande relevância no trabalho técnico, havendo um ligeiro aumento do treino na zona aeróbia mais intensa (A2 e Potência A.). Será indispensável que os nadadores destas idades nadem 800/1500m e 400 estilos em prova, pelo menos uma vez durante a época. Uma ressalva importante para o treino neste escalão será o realçar a importância do trabalho técnico, devendo os técnicos prescindir de algum trabalho com maior volume caso verifiquem que os nadadores apresentam lacunas graves em determinados requisitos técnicos, com vista à superação dos mesmos. Testes de controlo Os nadadores deverão realizar um teste de 1500, em que o objetivo consiste em percorrer a distância no menor tempo possível, tentando manter um ritmo de nado próximo em cada parcial de 100m. Devem registar-se as frequências de ciclo e a frequência cardíaca. Deverá haver 3 momentos distintos de avaliação, sendo os mesmos previstos durante a elaboração do planeamento anual.
Parte-se também do princípio que os nadadores que atingem estes escalões terão passado por todas as etapas de formação do clube, tendo resolvido os principais aspectos técnicos, não só no que respeita às técnicas de nado, mas também nas respectivas partidas e viragens. Trata-se da entrada numa etapa que visa essencialmente o rendimento desportivo, desta forma pretende-se que exista um aumento progressivo e sustentado do treino, quer do volume quer da intensidade. No que respeita aos escalões juniores e sénior, existe já um processo de especialização acentuado, razão pela qual se pretende que exista uma distinção do trabalho com atletas que apresentam características diferentes (velocistas, meio-fundistas e fundistas). Critérios de admissão e manutenção Nadadores que transitem dos escalões de formação do clube. Nadadores que cumpriram os critérios de assiduidade e pontualidade durante a sua passagem pelos escalões anteriores, demonstrando gosto pela modalidade e disponibilidade para treinar regularmente, inclusivamente no que respeita às sessões bi-diárias. Manifestar uma integração no grupo de trabalho e na filosofia de trabalho do clube. Objectivos • Consolidação de todos os hábitos de treino introduzidos. • Desenvolvimento das capacidades motoras específicas à especialidade de cada nadador. • Estimular a importância do treino em seco e na água, realçando a importância das presenças nos mesmos. • Consolidação de hábitos de treino bidiário. • Promover a percepção da dinâmica das cargas de treino e respectivos intervalos (continuar a utilizar a linguagem própria de séries em A1, A2, Potencia,…). • Assegurar uma percentagem elevada de participação nos campeonatos nacionais das categorias. • Promover o espírito de equipa, quer em treino quer em competição. • Consolidar o cumprimento de regras de comportamento social, manuseamento e manutenção de material, nomeadamente no que diz respeito à individualização dos materiais de treino. Caracterização geral do treino Perceber que o processo de treino destes escalões é já mais específico do que acontecia nos anteriores. Desta forma, no que diz respeito aos juniores e seniores deverá já existir uma especialização marcada, sendo os nadadores divididos segundo as suas aptidões, nomeadamente em velocistas, meio-fundistas e fundistas, sendo o treino adequado a cada um deles. Não deveremos “perder de vista” o trabalho técnico, no entanto a relevância do trabalho centrar-se-á no desenvolvimento de todas as zonas fisiológicas de treino, atendendo à especialização de cada nadador.
Parte-se também do princípio que os nadadores que atingem estes escalões terão passado por todas as etapas de formação do clube, tendo resolvido os principais aspectos técnicos, não só no que respeita às técnicas de nado, mas também nas respectivas partidas e viragens. Trata-se da entrada numa etapa que visa essencialmente o rendimento desportivo, desta forma pretende-se que exista um aumento progressivo e sustentado do treino, quer do volume quer da intensidade. No que respeita aos escalões juniores e sénior, existe já um processo de especialização acentuado, razão pela qual se pretende que exista uma distinção do trabalho com atletas que apresentam características diferentes (velocistas, meio-fundistas e fundistas). Critérios de admissão e manutenção Nadadores que transitem dos escalões de formação do clube. Nadadores que cumpriram os critérios de assiduidade e pontualidade durante a sua passagem pelos escalões anteriores, demonstrando gosto pela modalidade e disponibilidade para treinar regularmente, inclusivamente no que respeita às sessões bi-diárias. Manifestar uma integração no grupo de trabalho e na filosofia de trabalho do clube.
Objectivos
• Consolidação de todos os hábitos de treino introduzidos.
• Desenvolvimento das capacidades motoras específicas à especialidade de cada nadador.
• Estimular a importância do treino em seco e na água, realçando a importância das presenças nos mesmos.
• Consolidação de hábitos de treino bidiário.
• Promover a percepção da dinâmica das cargas de treino e respectivos intervalos (continuar a utilizar a linguagem própria de séries em A1, A2, Potencia,…).
• Assegurar uma percentagem elevada de participação nos campeonatos nacionais das categorias.
• Promover o espírito de equipa, quer em treino quer em competição.
• Consolidar o cumprimento de regras de comportamento social, manuseamento e manutenção de material, nomeadamente no que diz respeito à individualização dos materiais de treino.
Caracterização geral do treino
Perceber que o processo de treino destes escalões é já mais específico do que acontecia nos anteriores. Desta forma, no que diz respeito aos juniores e seniores deverá já existir uma especialização marcada, sendo os nadadores divididos segundo as suas aptidões, nomeadamente em velocistas, meio-fundistas e fundistas, sendo o treino adequado a cada um deles. Não deveremos “perder de vista” o trabalho técnico, no entanto a relevância do trabalho centrar-se-á no desenvolvimento de todas as zonas fisiológicas de treino, atendendo à especialização de cada nadador.
Parte-se também do princípio que os nadadores que atingem estes escalões terão passado por todas as etapas de formação do clube, tendo resolvido os principais aspectos técnicos, não só no que respeita às técnicas de nado, mas também nas respectivas partidas e viragens. Trata-se da entrada numa etapa que visa essencialmente o rendimento desportivo, desta forma pretende-se que exista um aumento progressivo e sustentado do treino, quer do volume quer da intensidade. No que respeita aos escalões juniores e sénior, existe já um processo de especialização acentuado, razão pela qual se pretende que exista uma distinção do trabalho com atletas que apresentam características diferentes (velocistas, meio-fundistas e fundistas).
Critérios de admissão e manutenção Nadadores que transitem dos escalões de formação do clube. Nadadores que cumpriram os critérios de assiduidade e pontualidade durante a sua passagem pelos escalões anteriores, demonstrando gosto pela modalidade e disponibilidade para treinar regularmente, inclusivamente no que respeita às sessões bi-diárias. Manifestar uma integração no grupo de trabalho e na filosofia de trabalho do clube.
Objectivos
• Consolidação de todos os hábitos de treino introduzidos.
• Desenvolvimento das capacidades motoras específicas à especialidade de cada nadador.
• Estimular a importância do treino em seco e na água, realçando a importância das presenças nos mesmos.
• Consolidação de hábitos de treino bidiário.
• Promover a percepção da dinâmica das cargas de treino e respectivos intervalos (continuar a utilizar a linguagem própria de séries em A1, A2, Potencia,…).
• Assegurar uma percentagem elevada de participação nos campeonatos nacionais das categorias.
• Promover o espírito de equipa, quer em treino quer em competição.
• Consolidar o cumprimento de regras de comportamento social, manuseamento e manutenção de material, nomeadamente no que diz respeito à individualização dos materiais de treino.
Caracterização geral do treino
Perceber que o processo de treino destes escalões é já mais específico do que acontecia nos anteriores. Desta forma, no que diz respeito aos juniores e seniores deverá já existir uma especialização marcada, sendo os nadadores divididos segundo as suas aptidões, nomeadamente em velocistas, meio-fundistas e fundistas, sendo o treino adequado a cada um deles. Não deveremos “perder de vista” o trabalho técnico, no entanto a relevância do trabalho centrar-se-á no desenvolvimento de todas as zonas fisiológicas de treino, atendendo à especialização de cada nadador.
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